sábado, 8 de agosto de 2009

O INTIMISTA


Monte Alegre do Sul, aqui estou.
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Que chuva que nada!!! Quem não confiou na previsão do tempo, perdeu a oportunidade de desfrutar de dias incrivelmente ensolarados, em meio às montanhas da Serra da Mantiqueira.

Pois é, inacreditável. Na capital paulista o clima realmente não estava nada animador....por isso, muita gente desistiu ou ficou com receio de participar do nosso “Fim de Semana Radicão 6”. Mas, quem pegou a estrada rumo à cidade de Monte Alegre do Sul não se arrependeu nem um pouquinho. Um solzão, céu azul e até calor!!! Nós chegamos a cancelar o rafting (por medo do frio, da temperatura da água e do nível do rio) e o substituímos por mais uma opção de trilha....Legal, na mesma!!

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Pousada Vale das Maritacas: nosso refúgio em meio à paisagem
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Dominamos o espaço!!!
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Nosso grupo era bem pequenino....intimista, como disse a Tia Ana. Mas nem por isso menos animado. Muito pelo contrário! Como todos os humanos e os peludos já se conheciam, ficamos todos a vontade e nos divertimos muito!!!

A gang peluda estava composta pelo Lello (Labrador Retriever), o Luigi (SRD), o Dog (Golden Retriever), a Ariel e o Patrick (SRDs)....e eu, claro!

Chegando à Pousada Vale das Maritacas, fomos carinhosamente recebidos pela Tia Lucimara e sua equipe....A pousada é relativamente pequenina, mas bastante agradável, quartos amplos, muito limpos e confortáveis, comida deliciosa e muuuuuito espaço verde para corrermos para todos os lados. Sem falar na vista panorâmica de tirar o fôlego. Ah, e era todinha nossa!!!!!
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Eu (Golden Retriever) & Lello (Labrador Retriever)
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Patrick & Ariel (SRDs)
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Luigi (SRD) & Dog (Golden Retriever)

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Pena que desfrutamos de muito pouco tempo lá na pousada porque a programação do evento contava com muitos kilômetros de trilha a serem percorridos.

Depois do almoço, pegamos carona no Jeep estilo exército, da Radicais Natureza (a aventura já começou aqui...rsss), e fomos guiados pela Tia Mari num percurso chamado de “Rota da Cachaça”. Monte Alegre do Sul tem uma grande quantidade de alambiques familiares. Nossos donos pareciam bastante animados com a atividade proposta, mas nós, peludos, ainda não tínhamos compreendido bem o espírito da coisa.
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Aventureira, de mochila e tudo!! (Presente da Tia Mari e da Cindy)
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Embarcando no nosso jipão
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Todo mundo à bordo??
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Vamos nessa!!
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A primeira parada foi no Sítio Santa Teresa, onde é produzida a cachaça do Nono Rouxinolli. Antes de mais nada, demos uns bons mergulhos num laguinho que ficava logo na entrada do sítio. Depois seguimos para a casa principal.
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Xiiii....avistaram algo. Lamaaaa!!!
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Adivinha quem começou??? Dog, claro!! ahahahah
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Ôbaa, laguinho!!
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Joga, dono, joga!!!
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Nós amamos tudo isso!!
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Pausa para refrescar no laguinho
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E para disputar a minha "bolinha-murcha-laranja"

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Lá, o Tio Jorge nos levou para o alambique e nos mostrou como são feitos os processos de moagem, fermentação e destilação da cachaça....quer dizer, mostrou aos nossos donos porque nós, peludos, só queríamos saber de brincar e correr por cima dos grãos de café que estavam secando ao sol.....ahahahaha. E, por falar em café, além de degustarem as cachaças e os licores, eles foram deliciosamente surpreendidos pelo cafezinho e o bolo da D. Maria....hummmm. E ainda nos divertimos com o Sr. Julio, um autêntico personagem de histórias do interior....fofo!
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Primeira parada: encontramos um personagem
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Sitio do Nono: peludos passeiam pelos grãos de café
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Processo da cachaça: da moagem à destilação. Todos com atenção...
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Na adega: eu vigio, enquanto o Dog ataca os amendoins
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Depois de degustar os licores, atacaram o café e o bolo
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Já que não podemos degustar a cachaça......
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De volta ao jipão!

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Montados novamente em nosso jeep , seguimos para o Cantinho da Ní. Ali, além da cachaça, conhecemos o delicioso licor de chocolate e as geléias caseiras, com destaque para a geléia de morango com manjericão. Ah, e ainda tinha o crostolli, uma espécie de biscoito frito italiano que tem a consistência de massa de pastel. .
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Avisando que a cachorrada tá passando!!
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No laguinho do Cantinho da Ní
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Cantinho da Ní: Licores
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E dali, seguimos a pé mesmo, para a Adega Peterlini. E tome mais degustação!!! Desta vez, banquete completo com pães caseiros, salame, geléias (a de pimenta agradou!!), vinhos e licores (com destaque para os de mexerica e de rosas).
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Vamos seguir em frente que tem mais!!
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Pães e geléias: olha o Dog na degustação!!
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Entre garrafões e barris

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Até os peludos caíram na farra....afinal, nós também somos filhos de Deus, né? Rsssss. Valeu a tentativa! Eu me aproximei dos barris, mas o meu dono me conteve. O Dog até se deitou entre os garrafões. Mas o sortudo mesmo foi o Lello que conseguiu dar mas boas labidelas nos copinhos usados pelos nossos donos.....ic!
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Até que tentamos, né Dog? Mas quem conseguiu mesmo foi o Lello!!
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Base da Radicais: olha que quintal!!
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Farra no Rio Camanducaia...até a Ariel entrou!!

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No final do passeio demos uma parada na base da Radicais Natureza para um refrescante banho de cachoeira. E retornamos para a pousada.
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Amanhã tem mais??
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Na manhã seguinte, embarcamos novamente no nosso jeep e fomos até o ponto de partida para a nossa trilha rural. Passando por entre a vegetação e uma estrada de terra, algumas vezes encontrávamos entradas que nos levavam à margem do rio Camanducaia. E aí, fazíamos uma pausa para brincadeiras no rio. Imaginem vocês que até a Ariel e Luigi se aventuraram na água!!!
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De volta ao nosso jipão!!
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Olha a felicidade destes peludos na trilha...
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Sai da frente, que lá vem a genteeeeee!!! rsss
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Prainha 1: nem acreditamos em tanta beleza!!
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Vocês vão ficar aí parados???!!
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Joga, joga!!!
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Cada um com o seu pauzinho...e a Ariel tentando pegar o dos outros...rss
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A trilha seguia divertida até que o Lello resolveu “atropelar” um caminhão!! Deve ter sido efeito da cachaça do dia anterior....Bom, brincadeiras a parte, a verdade é que levamos um baita susto quando, de repente, surgiu um caminhão em altíssima velocidade em plena estrada e, sem dar a mínima atenção aos nossos pedidos para abrandar a sua passagem, o motorista simplesmente passou por cima do nosso Lello e nem sequer olhou para trás....seguiu em frente como se nada tivesse acontecido.

Graças a Deus, apesar da cena forte (que não saiu das nossas mentes por um longo tempo - e não sei quando e se sairá), não aconteceu nada de grave ao Lello. Ele foi rapidamente socorrido pelas equipes do Portal e da Radicais Natureza e prontamente atendido pela nossa vet de plantão, a Dra. Priscila (da Clínica Companhia dos Bichos), que nos tranquilizou, descartando a possibilidade de fraturas e o medicou. O Lello voltou para São Paulo, juntamente com o seu dono, para realizar algumas radiografias e assegurar de que tudo estava bem, sem lesões. E nós continuamos o nosso passeio, sem o mesmo clima, claro, mas aliviados por saber que o nosso amigão estava bem.
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E mais trilha!!!
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Prainha 2...demais!!!
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Enquanto o Luigi observa, a gente se esbalda!!
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Olha estes dois com a minha "bolinha-murcha-laranja"...donaaaaaa!!!!
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Lá vou eu!!! Iupiiiiii.
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Dá cá a minha bolinha, seus pentelhinhos!!!
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Desta experiência tiramos o seguinte aprendizado:
1 – Evite percorrer trilhas onde haja movimentação ou trânsito de veículos. Ou, se tiver que percorrê-la, mantenha o seu peludo na guia;
2 – Sempre que for necessário (leia-se: qualquer situação que ponha o peludo em risco) manter o seu cão na guia, não hesite;
3 – E esta é para você, motorista: ao conduzir, respeite os limites de velocidade, especialmente ao transitar por estradas secundárias como a que estávamos. Ao avistar pessoas ou animais na pista, reduza a velocidade. E, caso atropele ou atinja alguém, NUNCA negue ajuda.....omissão de socorro é crime, sabia?? Independente se a sua vítima for um animal ou um humano.
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Depois de um delicioso “churrascão”, na base da Radicais Natureza, pegamos o caminho de volta para casa. E fechamos o final de semana com ótimas notícias do Lello que não teve nenhuma lesão, apenas alguns ferimentos nas patas e dor local por causa da pancada. Nada que alguns dias de repouso (se é que isso é possível para o Lello!), medicamentos e muito amor e carinho não curem. Logo, logo ele estará de volta às nossas aventuras.
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Até a próxima!!!!
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Mensagem do Lello, recuperado do susto
Clique no "play" e assista ao vídeo
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DICAS DA CLÉO
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Como socorrer um animal atropelado

Pode acontecer com um animal de rua ou mesmo com o seu tão protegido peludinho. Cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais freqüência do que se imagina.

Durante um simples passeio, pode acontecer algo inesperado. Mesmo aqueles cães que estão super acostumados a andar soltos, do ladinho dos donos, podem te surpreender. De repente, ele pode sair correndo pela rua quer seja porque viu uma fêmea interessante (assim com eu...rsss) ou porque viu um gatinho, ou ainda porque se assustou com algo, como uma buzina, por exemplo.

O acidente também pode ocorrer por conta de um carro desgovernado ou um motorista imprudente e irresponsável (como o que atropelou o nosso Lello).

Em todas as circunstâncias, o acidente pode ser evitado apenas com uma simples atitude: manter o peludo na guia. E, para que animal não escape, é importante que se use a coleira adequada. Cães de pequeno porte, por exemplo, é preferível que usem o peitoral, em vez da coleira de pescoço. Há cerca de 1 mês, ouvi a minha dona conversando com alguém que lhe contou sobre um cãozinho que se assustou, em plena Avenida Santo Amaro (uma das mais movimentadas de São Paulo), conseguiu tirar a coleirinha de pescoço e....foi fatalmente atingido por um ônibus.

Bom, e se o indesejado acontecer??? Se mesmo com os cuidados necessários, o seu peludo for atingido por um automóvel? E se você se depara na rua com um cãozinho atropelado ou mesmo presencia o atropelamento?? Como proceder??

Em primeiríssimo lugar, mantenha a calma. No desespero de tentar salvar um animal, as pessoas, muitas vezes, não sabem como agir e podem acabar se machucando.

O cão atropelado apresenta reações imprevisíveis. O estresse gerado provoca estado de choque, fazendo com que o animal se torne agressivo e tente morder as pessoas que estão ao seu redor. O ato de morder é a defesa natural de cães em momentos de sofrimento, medo ou dor. Por isso, quem tenta ajudar, ainda que seja o seu dono, corre o risco de ser mordido. Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças. Caso seja mordido, procure atendimento médico.

Ciente disso, fique atento às dicas para os próximos passos:

· Aproxime-se do animal lentamente e com cuidado, falando em um tom de voz tranqüilizador. Se for conhecido, chame-o pelo nome e tente acalmá-lo e confortá-lo.

· O ideal é não tocar no animal, nem nos seus ferimentos e chamar um profissional para socorrê-lo. Mas, se não houver alternativa e você mesmo tiver que prestar o socorro, espere que o animal se acalme.

· Abaixe-se perto dele. Continue falando e observe seus olhos e expressão facial: se o cão estiver com os olhos bem abertos e rosnando, NÃO tente fazer carinho; se o cachorro estiver tremendo, com a cabeça baixa e com cara de "sorriso", faça carinho nele para que se sinta mais calmo, começando embaixo da mandíbula. Se ele permitir, faça carinho na cabeça.

· Coloque-o na guia para evitar que fuja. Se não tiver uma guia, use qualquer material disponível: uma corda, uma gravata, um cinto ou um pedaço de pano.

· Qando houver necessidade, remova o animal do meio da rua e coloque-o em um local mais seguro e reservado.

· Se você julgar necessário ou tiver receio, isole a boca do cão. Uma focinheira é o mais adequado, porém, caso não tenha no momento, amordace o animal com materiais como cinto, cadarços, uma corda fina, esparadrapo ou pedaço de pano, por exemplo.

· Se estiver inconsciente, vomitando e com a boca ou nariz sangrando, não o amordace.

· Como não será possível determinar as lesões que possam ter sido provocadas pelo traumatismo físico da pancada, tente movimentá-lo o mínimo possível.

· Caso consiga identificar, visivelmente, alguma fratura, NÃO TENTE CONSERTAR puxando ou deslocando o membro. Transporte o animal, segurando a parte ferida da melhor forma que puder.

· Se possível, gire o corpo dele cuidadosamente sobre uma maca improvisada ou padiola (com um lençol, toalha ou tábua) e o remova com urgência para o consultório veterinário mais próximo.

· Na impossibilidade de improvisar uma maca, tente carregar o animal de forma a manter o corpo nivelado, coluna o mais ereta possível e proteger a sua cabeça.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

PELUDO MOTORIZADO


Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço
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Ôba!!!! Vamos andar de carro!!!! Se você possui um pet, muito provavelmente, alguma vez na vida dele, você teve que transportá-lo em um automóvel. Seja para irem dar um passeio ao parque, para uma consulta ao veterinário ou mesmo para uma aventura turística.

Esse é um tema bastante complexo porque envolve saúde, segurança e comportamento animal. Mas não precisa se assustar, pois com consciência e responsabilidade, você e o seu peludo poderão ter momentos muito divertidos sob 4 rodas. E, para ajudá-los a esclarecer todas as possíveis dúvidas, aqui vai um post especial sobre o tema, feito através de muitas pesquisas e experiências minhas....e olha que, com todo respeito, sou uma menina bem rodada!! Rssss

RELAÇÃO PET X AUTOMÓVEL

O primeiro ponto a avaliar é: “Qual a relação do seu pet com o automóvel?”. Pois é, antes de enfiar o seu bichinho dentro de um carro, observe se ele se sente confortável ou não, pois, a conseqüência deste ato impensado pode causar um trauma difícil de ser superado.

A grande maioria dos cães adora estar dentro de um carro. Eu, pessoalmente, ou melhor, caninamente, A-M-O andar de carro.....seja para ir à pracinha da esquina ou pegar a estrada desde Sampa até Porto Alegre, como já fizemos há cerca de 2 anos.

Para nós, pets, os carros são como tocas. Explico o nosso raciocínio: cães são animais sociais, que se sentem bem em grupo e que gostam de se abrigar em tocas. O carro, portanto, é para nós uma espécie de toca do grupo ao qual pertencemos (nossos donos, nossa família humana) e estar dentro dela é uma garantia de fazer parte desse grupo. Entendeu?

Bom, além disso, essa “toca ambulante” nos leva, na maioria das vezes, para lugares super legais como parques, destinos turísticos e passeios em geral que nos garantirão momentos divertidos. O resultado é uma combinação fantástica: estar perto de quem amamos, nos sentirmos protegidos dentro da toca e sermos transportados para muita diversão. Quer coisa melhor??

Mas, você sabia que nem todos os pets têm a mesma opinião? Alguns peludos têm verdadeiro pavor de automóveis!! Para estes, a toca lhes parece assustadora. Isso acontece quando o automóvel é associado a coisas ruins, como o medo e o enjôo.

Alguns peludos enxergam o carro como uma espécie de “toca que anda” ao lado de outros carros e caminhões – uma coisa realmente assustadora na visão dos cães.

Outros costumam ficar bastante enjoados durante as aventuras de automóvel, especialmente em viagens de longa duração. Mas não se preocupe, porque pode não ter nada a ver com a sua habilidade de dirigir. Mas pode ser que tenha....ahahaahaha...brincadeirinha.

A verdade é que os cães não foram feitos para andar em carros, não mais do que os humanos foram. Cães foram feitos para migrar, caminhando vários quilômetros por dia. Portanto, a experiência motorizada pode ser física e emocionalmente desordenada, sobretudo para cães jovens. O balanço e o movimento do veículo podem afetar o interior do ouvido, provocando náuseas e tontura. Quando isso acontece, o cão pode começar a sentir enjôo somente por entrar no automóvel, antes mesmo de o motor ser ligado. Fique atento aos sinais! Em alguns cães, a salivação em excesso é o único sinal de náusea por andar de carro e, pode ser ainda, o precursor do vômito.

Agora, a coisa fica ainda pior se os passeios de carro costumam levar o seu pet para programas não tão agradáveis (aos nossos olhos) como as visitas ao veterinário. Sendo assim, só de pensar em entrar no carro, muitos cães já ficam aborrecidos ou se desesperam porque aprenderam que essa não é uma experiência que termina bem.
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Pronto para o passeio
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VAMOS PASSEAR!!!

Seja qual for o motivo da aversão do seu pet pelos automóveis, você pode tornar a experiência de entrar no veículo menos traumática para o seu bichinho. Com carinho, paciência e algumas dicas a seguir:

- A escolha de um horário mais tranqüilo, com pouco trânsito e menos calor, para os passeios, ajuda a tranqüilizar o seu peludo durante o percurso.

- Caso note que o seu pet sofre com enjôos sempre que passeiam de carro, converse com um veterinário de sua confiança para a indicação do melhor paliativo. Existem medicamentos contra enjôos ou, ainda, a homeopatia é bastante indicada para estes casos.

- Uma dica importante é alimentar o animal apenas 2 ou 3 horas antes do passeio. E se for uma viagem, ainda que curta, evite alimentá-lo durante o percurso. Se a viagem for longa, ofereça alimentos leves como frutas e legumes, em pouca quantidade e várias doses ao longo do tempo de viagem. Mantenha o pet sempre hidratado. Cubos de gelo, se disponíveis, são uma ótima alternativa. Faça paradas a cada 2 horas para que o animal possa exercitar-se e fazer as suas necessidades.

- E, se ainda com todos estes cuidados, o bichinho vomitar, não o force a comer. Não desanime, muitos cães superam a náusea e acostumam-se com a sensação do movimento do carro.

- Para fazer o seu pet curtir andar de automóvel, você deve associar o passeio a algo prazeroso para o animal. Estimule-o a entrar no veículo com o motor ainda desligado, atraindo-o com petiscos e distraindo-o com brincadeiras e carinho. Quando estiverem dentro do carro, continue brincando com o cão, para que ele se sinta mais calmo e seguro lá dentro. Só depois ligue o motor, e continue com as brincadeiras e dando guloseimas para que ele não associe o barulho do carro funcionando a nada assustador. O próximo passo é você acelerar o motor. Repita os carinhos e petiscos e se o cão se mostrar tranqüilo, então, vá para a etapa final – buzinar. Novamente, repita a dica até perceber que está tudo bem e o cachorro não demonstrar mais medo ou muita agitação.

- Procure fazer o treino algumas vezes somente com o carro estacionado (de preferência numa garagem), uma vez ao dia, para o cão se habituar bem ao interior carro. Apenas saia para a rua quando ele já estiver bem nas etapas anteriores.

- Comece fazendo passeios curtos, por ruas com pouco barulho e pouco movimento. Sempre oferecendo petiscos e elogios. Gradativamente, arrisque percursos mais longos e vá para locais com transito mais intenso. E se você notar que seu cachorro voltou a ficar assustado, reinicie o treinamento desde a etapa do motor desligado.

- O resultado será muito melhor se, ao menos nos primeiros passeios, o destino final for algo divertido e prazeroso como umas voltinhas no parque ou encontro com amiguinhos.
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Apertem os cintos
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PRAZER SEM PERIGOS

Pronto!! O seu pet e os automóveis já são inseparáveis?? Que legal! Mas, para andar de carro com o seu mascote, é super importante ter consciência dos riscos envolvidos, situações de perigo e tomar alguns cuidados especiais para evitar acidentes. Afinal, estão em jogo a vida do seu pet, a sua e de outras pessoas.

- Soltinho, soltinho.....a la vonté

Um cachorro solto dentro do veículo pode pular de um lado para outro e facilmente se enroscar, entrar no meio das suas pernas, esbarrar no acelerador ou breque, entrar em baixo dos pedais e até mesmo diante de um estímulo irresistível, resolver pular pela janela!

Não é preciso dizer que esse comportamento é extremamente perigoso. Principalmente se o carro estiver em movimento ou em lugar bastante movimentado. Por isso, nunca permita que o seu cão salte pela janela do carro, nem de brincadeira, mesmo que o automóvel esteja dentro de um parque ou em situação totalmente segura. Pular pela janela é um hábito demasiadamente perigoso, que deve ser totalmente inibido.

Sem falar que, um pet movendo-se dentro de um automóvel, pode atrapalhar a condução e tirar a concentração do motorista e, numa fração de segundos, causar um acidente.

- Agressividade

Muitos cães, até mesmo alguns bastante dóceis, em determinados momentos manifestam agressividade quando estão dentro do carro. Isso é conseqüência do instinto de proteção natural. É provável que existam poucas coisas que sejam mais importantes para um cão proteger do que a “toca móvel” dele e o grupo que encontra-se no interior da sua “toca”.

E, dentro da “toca”, junto com o seu grupo e protegido por janelas, ele tem uma enorme sensação de segurança.
Normalmente, a agressividade se manifesta quando alguma pessoa se aproxima do carro. Mas, infelizmente, o ataque não ocorre somente contra o ladrão que te ameaça. Pode ocorrer também contra crianças pedindo dinheiro no farol ou contra um amigo que se aproxime para te cumprimentar, por exemplo.

Em alguns casos, pode ocorrer se alguém tenta tirar o cão desse espaço tão precioso para ele. Nesses momentos, até mesmo você corre o risco de ser mordido. Fique atento aos sinais de agressividade, não incentive tais comportamentos e, havendo gravidade ou fugindo do seu controle, consulte um profissional especializado em comportamento animal.

- Efeito estufa

Um automóvel deixado sob o sol, ainda que por pouco tempo, pode transformar-se numa verdadeira estufa ou sauna. Por isso, são mais comuns do que você possa imaginar, os casos de cães que morrem por hipertermia (calor excessivo) depois de terem sido trancados num automóvel estacionado.

Algumas pessoas chegam a se preocupar com a possibilidade de faltar ar para o cão dentro do carro, mas basta uma frestinha minúscula na janela para impedir que o problema aconteça, pois a vedação dos automóveis não é tão boa a ponto de não permitir nenhuma troca de ar. Mas, debaixo de um sol poderoso, nenhuma frestinha salvará o seu animal. Pior se houver vários cães dentro do carro.

E, mesmo um dia chuvoso pode virar um dia ensolarado em pouco tempo e as sombras mudam de lugar à medida que muda a posição do sol.

Por isso, o melhor é jamais deixar o seu mascote desatendido dentro de um veículo....anda que seja por alguns minutos.

- Guia e enforcador

Estes acessórios nunca devem ser usados sem supervisão, pois podem enroscar e até mesmo enforcar o seu animal. Esses tipos de acidente têm maior chance de acontecer no carro, principalmente com pets que se movimentam muito de um lado para o outro.

A recomendação é que, não havendo possibilidade de supervisioná-lo dentro do carro, retire a guia do seu animal. Mas mantenha a coleira, sempre com identificação do animal e contato do dono.
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Nem na carroceria, nem na janela
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SEGURANÇA A BORDO

Pois bem, TODOS os passageiros de um automóvel devem estar contidos durante uma viagem ou mesmo um simples passeio. E essa regra básica não exclui os pets!!!

É comum ver pessoas transportando animais com as cabeças para fora dos veículos ou até mesmo no colo dos motoristas. Deve ser muito gostoso ver-nos com o vento espalhando nossos pêlos....Mas, essa atitude, além de perigosa (se não estivermos devidamente contidos), vai contra as leis de trânsito.
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Eles são fofinhos, mas devemos evitar
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O transporte de animais no Brasil está regulamentado através da lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o novo Código de Trânsito Brasileiro. Dentre os artigos do novo Código, os seguintes regulamentam o assunto:
- O Art. 235 diz que conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados implica infração grave, penalidade com multa e retenção do veículo como medida administrativa. Enquadram-se também aqueles que conduzem seu cão pela guia dirigindo o automóvel com o intuito de exercitá-lo. Amarrar animais nas caçambas de pick-ups ou caminhonetes também está sujeito as penalidades descritas nesse artigo. O transporte em pick-ups deve ser feito com caixas transporte e com total segurança.
- O Art. 252 (II) diz que dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas implica infração média e penalidade com multa. Enquadram-se aqueles que transportam animais soltos no interior do veículo.
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Escandalizado? Tem gente que faz isso!!
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Além do prejuízo com as multas, os pontos somados à sua licença de motorista e a possível apreensão do seu veículo, imagine quanto não lhe custaria as despesas de uma colisão com outro automóvel, de um acidente com danos físicos ou a morte de alguém ou até mesmo do seu animal?
Um pet incontido não somente é um perigo, como também pode ser perigoso. Num acidente, este pet pode perfeitamete ser tranformado em um projétil. Para se ter uma idéia, numa colisão a menos de 50km por hora, um cão com cerca de 28kg, pode ser lançado contra um pára-brisa, o encosto de um banco de passageiro ou até mesmo contra outro passageiro gerando um impacto com uma força maior do que 540kg!!!! E, ainda que, milagrosamente, não se machuque durante o acidente, um cão solto e assustado, pode atrapalhar os trabalhos de resgate, atacar os socorristas ou mesmo fugir quando abrirem o carro.
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O resultado pode ser pior
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A seguir, algumas dicas de acessórios e instrumentos recomendados para o transporte animal. Escolha o que melhor se adequar ao seu pet, ao seu bolso e à rotina de passeios e viagens de vocês:
  • Caixa de transporte

    O ideal é transportar o seu animal numa caixa de transporte, mas nem todo cão gosta da idéia de viajar confinado. E nem todo dono gosta de ver o seu bichinho trancado numa caixa. Esse, por exemplo, é o nosso caso, meu e da minha dona.

    Eu gosto mesmo é de ir observando tudo e todos, registrando os acontecimentos nas ruas, admirando a paisagem...Mas, cá para nós, justiça seja feita, as caixas de transportes são seguras e podem ser bastante confortáveis. Vários “aumiguinhos” meus já me contaram isso e há até peludo que faz da caixa de transporte a sua casinha, desfrutando de belas noites de sono dentro dela.

    O importante é escolher uma caixa resistente e ventilada, com espaço suficiente para que o pet possa dar um giro de 360 graus. Mas cuidado para não exagerar no tamanho, pois ele pode se machucar caso haja algum movimento brusco durante o transporte. Também atente para fato de que as caixas maiores podem não caber em automóveis normais. Quanto ao aspecto da segurança, escolha uma caixa que possua alça para facilitar o transporte, trava de fechamento das portas e que não tenha peças soltas ou que se soltem facilmente.

Caixas de Transporte: resistentes, ventiladas e confortáveis

Alguns animais, inicialmente, podem se sentir mal ou ter medo da caixa de transporte. Por isso, é necessário um tempo de adaptação para que ele se familiarize com o novo espaço. O primeiro passo é fazê-lo entrar na caixa, sem forçá-lo a isso. Se ele demonstrar muito medo, recompense-o apenas por se aproximar dela. Diga "caixa!" e recompense seu pet. Faça-o chegar perto da caixa até colocar a cabeça dentro dela. Dê outra recompensa. Colocar petiscos dentro também ajuda. Quando ele entrar, feche a porta por cerca de um minuto. A cada dia repita a operação e, pouco a pouco, vá aumentando o tempo de permanência. Para deixar a caixa mais confortável, forre o interior com panos, jornais ou algum outro material absorvente.

É importante dizer que a caixa de transporte é a opção mais adequada para se transportar os felinos.

  • Grades de contenção

    São divisórias de metal, geralmente, fáceis de montar e desmontar, dobráveis, que, ao serem instaladas, limitam a circulação do animal dentro do automóvel.

    Existem modelos para o centro (entre os bancos dianteiros), os laterais, que impedem o cão que gosta de saltar pela janela, e ainda aqueles que restringem os cães à traseira de uma caminhonete ou de uma perua.

    Esse equipamento é prático, dá conforto ao cachorro e oferece uma interatividade a mais entre o dono e o animal. Porém, o motorista tem que estar ciente de que, se houver a necessidade de uma freada brusca, existe risco para a vida do animal, pois, na prática, o animal estará sendo transportado solto.

    E aqui voltamos ao artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro....

Grades de contenção: espaço com controvérsias

  • Cinto de segurança

    É o meu preferido!!! E da minha dona também. Como o cinto para os humanos, também protege o cachorro durante eventuais colisões ou freadas bruscas. Reduz o risco do seu mascote sair ferido em um acidente porque o mantém preso ao banco traseiro do carro, não havendo hipótese de que ele seja projetado numa provável colisão. O uso do cinto possui ainda a vantagem de evitar que o animal distraia o motorista já que limita a circulação do peludo no interior do veículo. Seu peludo vai poder ficar sentado ou deitado no banco, com todo o conforto, mas não poderá passar para o banco da frente, nem pular pela janela. Assim você poderá dirigir muito mais tranquilo sabendo que seu cão está seguro, protegido e dentro da lei. E ele se sentirá mais seguro enquanto viaja, especialmente quando forem necessárias curvas e manobras rápidas.

Cinto de segurança: peitoral+guia adaptada

Existem diversos modelos de cinto de segurança, mas o mais adequado é o conjunto “peitoral + guia com lingueta adaptadora”. Você pode utilizar qualquer tipo de peitoral - se for acolchoado, melhor, pois diminui o atrito e é mais confortável. Acoplado ao peitoral, você coloca a guia que possui um mosquetão numa ponta, para prender no peitoral e uma lingüeta na outra ponta, que se encaixa perfeitamente no sistema do cinto de segurança do automóvel.

Tão confortável que dá até para tirar uma sonequinha...

Portanto, faça com que o seu mascote se sinta feliz dentro de um automóvel, escolha o acessório que melhor se adéqüe ao seu uso e ao perfil seu animal e bom passeio!! Mas lembre-se: consciência, responsabilidade, segurança e conforto.

Fontes:
Bicho Amigo (Alexandre Rossi), Manual do Pet Viajante (Portal Turismo 4 Patas), “Cão que ladra não morde”: 101 Questões Curiosas sobra o Comportamento Canino ( Marty Becker e Gina Spadafori, Editora Globo) .

DICAS DA CLÉO

Grades de contenção:
Doggie Blockers
Kamasa Peças
Tubline

Cintos de Segurança:
Pet Lock BRACANNES
Protege-Cão
Confort Cão

Caixas de Transporte:
Caominhando (locação e venda)
Pet Tour