terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O PRIMEIRO DE 2009

Estamos de volta!!
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Gente, estamos de volta!!! É isso aí, o Portal Turismo 4 Patas voltou às atividades com pique total (ou será que sou eu que estou ligada no 220v?). E, para estreiar, nada melhor do que mais uma edição – a 5ª para ser mais exata – do “Patas na Trilha”. Realizado no último dia 18/01, mais uma vez, no Adventure Park (localizado em Santa Isabel, SP), o evento que possibilita aos participantes, humanos e de 4 patas, desfrutarem de um dia em contato com a natureza, explorando bosques, matas e paisagens indescritíveis, tornou-se o “carro chefe” do Portal.

Sucesso absoluto de público, o evento está sempre lotado e suas vagas esgotam-se tão logo anunciamos a abertura das inscrições. Sem querer ser convencida (só um pouquinho…rss) ou arrogante, devo concordar que o sucesso é merecido. Onde mais você (leitor humano) poderia passar um dia percorrendo trilhas, respirando ar puro e fazendo novas amizades juntamente com o seu “companheiro peludo” num ambiente relaxante e divertido?

Foi essa a sensação dos participantes dessa última edição do evento (e creio que também os participantes das edições anteriores). Praticamente metade dos trilheiros da vez já eram figurinhas conhecidas. A outra metade eram participantes novos. Essa é uma característica bem legal dos nossos eventos: estamos sempre conhecendo gente e peludos novos….além de revermos velhos amiguinhos. Outro efeito bem legal é a possibilidade de fazer com que os donos se surpreendam com seus mascotes. No final de cada evento, ouvimos declarações entusiasmadas do tipo: “Nossa, o meu peludo nunca havia andado solto e fez a trilha numa boa…em liberdade” ou “ Meu cachorro não convivia bem com outros cães. Sempre rolava um atrito. E aqui foi tudo na maior paz” ou ainda, “Ela detestava água e hoje nadou como um peixinho”…..Essa é a nossa melhor recompensa: ver a felicidade e a satisfação através dos rostinhos e focinhos de cada um. Melhor ainda quando saem com a pergunta “Quando será o próximo??”

Pois bem. Desta vez, nossa trupe de aventureiros contou com a participação das “veteranas” Kika (SRD), Lilica (Dachshund) e Ariel (SRD), além do Patrick (SRD)- sempre presentes em nossos encontros. Também tivemos o prazer de rever a Lana (Cocker Spaniel Inglês) e a Nikki (Border Collie). Isso para não falar da Maya (Labrador Retriever) que trouxe a sua turminha (??!!) do cachorródromo onde frequenta: os Lhasas Apso – Dhurval, Júnior, Hillhary, Melany e Roxie -, as Goldens Retriever – Maphalda, Jade, Kauwaii, Maui e Mel -, as Berneses – Cindy e Alina -, e as SRDs – Maria e Mindy. A turminha do Kurtcão também marcou presença pesada (rssss): os “labradoidos” (leia-se: Labrador Retriever) Nina, Logan, Mel, Bóris, Bryda e Naomi agitaram a galera. E, por último, mas não menos importantes: o Tuysca (SRD) com suas manchinhas castanhas e porte atlético, o Hannibal Lector (Husky Siberiano) que, apesar do nome, não causava nenhum temor (ao contrário, aqueles olhos azuis são um charme!!!) e o Tinoco (Poodle) que veio acompanhar a Tia Lú.

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Maria (SRD), Jade (Golden Retriever) e Hannibal Lector (Husky Siberiano)
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Lana (Cocker Spaniel Inglês), Nikki (Border Collie) e Tuysca (SRD)
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As Berneses: Alina e Cindy
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As tchurminhas: dos Lhasas e dos Labras
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Tinoco (Poodlle) e Maphalda (Golden Retriever)
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Kika (SRD) e Lilica (Dachshund)
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Também tivemos a presença ilustre do nosso parceiro Iorio Neto e sua equipe do Programa Pet Mix que foram lá para registrar os melhores momentos da nossa aventura e transformá-los numa matéria especial que irá ao ar no programa do sábado que vem. Então, fiquem ligados!!!
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Brincadeiras e cumprimentos para aquecer
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Bom, nossa expedição pelos caminhos do Adventure Park, como sempre foi uma delícia. Os peludos, enlouquecidos, com tantas novidades a serem exploradas, cheiro de mato, cheiro de pasto, cheiro de flores, cheiro de frutas…cheiro de outros peludos….ufa!! Nossos donos vão ao delírio e sequer conseguem captar todos os nossos momentos. Afinal, é peludo correndo para tudo que é lado. Estava um calor de rachar, por isso, nada melhor para finalizar a nossa trilha (que durou cerca de 1:30hs) do que um mergulho refrescante na piscininha com cascata natural. Até os humanos entraram no samba, digo, na água!!! Quase não sobrava espaço para nós, caninos…..Sempre tem um “tio” ou outro que entra conosco, joga nossas bolinhas…mas dessa vez, eles se superaram!!! Rsssss.
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E foi dada a largada para nossa trilha!!!
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Vamos nessa!!!
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E, por falar em bolinhas, eu, como sempre, enlouqueço atrás da minha “bolinha-murcha-laranja”. Minha dona até que já tentou me convencer a trocar por uma mais novinha, mais bonitinha (segundo ela). Mas não tem jeito: é da murchinha que eu gosto mais!!! E, pelos vistos não sou só eu….
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Pausa para hidratar
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Pausa para fotos
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E pausa para descanso
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Eu e Maria: descanso na sombrinha
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Júnior e o momento colinho: com três patinhas ele enfrentou a trilha
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A Maya e o trio - Roxie, Hillhary e Mellany
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Eu e a Maphalda
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Tinoco e Nikki
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Os quatro "popozudos" e o obstáculo da cordinha
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Ariel e Tuysca: trilha ao máximo!!
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Alguns peludos relutaram em entrar na água….as Berneses acharam o acesso um pouco difícil…..alguns Lhasas ficaram com medo….mas, no final, difícil foi nos arrancar a todos (inclusive os donos) de lá de dentro. Somente um argumento foi capaz: a comida deliciosa ofecerida durante o almoço!!!! Pena que os egoístas dos nossos donos não quiseram compartilhar conosco aquelas delícias expostas na mesa do restaurante….mas não tem nada não, nos contentamos com o aroma da comida deles e enchemos as panças com as nossas rações.
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Piscininha, iupii!!! Lá vou eu.....
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Uns precisam de um empurrãozinho para entrar
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Outros não querem saber de sair
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Mas todos gostaram da companhia e do carinho dos donos
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Nossa, quantas lontrinhas!!!
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Loucas por bolinha...até debaixo d' água!!
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"Pintinhos molhados" e a cachoeira
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Agradecemos mais uma vez aos nossos parceiros indispensáveis: nossa “Tropa de Elite”, os meninos da Expert Dog; Tia Carol, da Dogs Care, que fornece os saquinhos para nossos donos recolherem nossas caquinhas e deixarmos o parque bem limpinho; Tia Luciana Scaramuzza, da Butique Amigos DDC, que nos ofereceu vale-banhos para serem sorteados (Tia Lu, obrigada, viu? Era o que mais precisávamos!!!) e o Tio Iorio, com sua equipe do Programa Pet Mix que prepararam uma matéria muito legal sobre a nossa aventura.
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Peludos aguardam seus donos almoçarem
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Uns distribuem palitinhos, outros colocam o papo em dia
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Uns relaxam, outros seguem gastando energia com as brincadeiras
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Tuysca e Patrick
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Tia Lila com a Kika e mais uma charmosa da turma dos Lhasas
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Lhasas fofuchos com a Tia Marcela
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A Ariel cava, cava e rola em seu buraco
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E a Maphalda serve de travesseiro...mas nem se importa...rsss
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A minha dona com a Tia Lu e o Tio Iorio...e comigo.
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Depois dos habituais sorteios que rolam durante o almoço, hora de relaxar no gramado. Cangas, petiscos, frutas…e o gramado vira cenário de um verdadeiro pic-nic comunitário….ahahahaha. Alguns aproveitam para bater um papo, outros comentam os melhores momentos do dia, outros aproveitam para gastar um pouco mais de energia e ainda há os que preferem tirar uma sonequinha. Todos felizes da vida…e a pergunta que não quer calar: “Quando será o próximo??” Fiquem ligados no Portal Turismo 4 Patas.
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"E aí, quando será a próxima aventura?"
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Pausa para explicação científica (o meu Blog também é educação!)

Porque não há brigas durante os eventos do Portal Turismo 4 Patas?

Muitas pessoas se perguntam como conseguimos juntar cerca de 30 cães (alguns deles que nunca se viram antes), dos mais diversos tamanhos, raças e temperamentos, de forma pacífica e equilibrada?

Até mesmo alguns dos participantes se surpreendem com a forma como esses cães se relacionam durante as nossas atividades.

Não vamos dizer que nunca acontece de alguns cães se estranharem de vez em quando. É claro que sim. É mais do que natural. Mas o importante é que nunca, até hoje, nenhum rosnado evoluiu para um conflito mais sério. E devemos isso a diversos fatores que explicaremos a seguir e que contribuem para que, nos nossos eventos, se construa sempre um nível social saudável.

Bom, para começar, nós, da equipe do Portal, estamos sempre atentos às informações que possam nos ajudar a entender o comportamento animal e aprender como agir e reagir nas mais diferentes e surpreendentes situações. Além disso, contamos com o apoio fundamental da equipe Expert Dog, formada por profissionais especializados em adestramento e psicologia canina que nos dá todo o suporte e a segurança para controlarmos, juntamente com os respectivos donos, tantos “peludos” cheios de energia.

A organização das nossas atividades prima pela responsabilidade, pela conscientização e não se esquece (nem deixa que os participantes esqueçam) de que algumas regras são necessárias para que os resultados sejam sempre muita diversão e aprendizado.

Em qualquer lugar onde se reúna um bom número de animais, não há como saber o temperamento de todos eles. Os cães que melhor se comportam, costumam ser aqueles que foram habituados a este tipo de atividades em conjunto desde cedo.

É claro que existem cães que não devem ser levados. E isso serve tanto para participação em nossos eventos, como qualquer outro local ou atividade que você frequente com o seu cão em companhia de outros animais. Por exemplo, os excessivamente dominantes, agressivos, nervosos ou amedrontados (pelo menos até que resolvam esses problemas comportamentais) não devem participar, pois assim serão expostos a perigos inesperados – eles mesmos – outros animais e pessoas. Sob nenhuma hipótese, você deve participar com um cão doente – não apenas por conta do risco de espalhar a doença, mas também para que cães dominantes não percebam a fraqueza dele. Também, sob nenhuma hipótese, leve cadelas no cio, pois isso pode gerar conflitos dentre os machos. E, só leve mais de um animal se tiver a certeza de como eles se comportam ou se for acompanhada de outra pessoa que possa te ajudar no controle dos animais.

Existem alternativas muito seguras para socializar o seu cão e é aí que entram as atividades oferecidas pelo Portal Turismo 4 Patas. Quer coisa melhor do que encontrar um grupo de pessoas legais com seus cães e caminhar junto com eles desfrutando de paisagens e todo o convívio que a natureza oferece? Essa é a maneira ideal de fazer com que os cães conheçam uns aos outros como uma matilha e aprendam rapidamente as regras da convivência em sociedade.

Nos eventos do Portal, nós, os cães, temos a oportunidade de brincar, correr livremente, cheirar, cavar, fuçar, latir, nadar, praticar atividades de ecoturismo, fazer novas amizades…ufa!! Vocês acham mesmo que dá tempo para pensar em brigas??!!! Nós queremos é nos divertir, relaxar, sentir as emoções, descobrir as novidades, aproveitar cada momentinho até a última gota de adrenalina.

Além disso, quer seja no “Patas na Trilha”, no “Fim de semana Radicão”, no “Rally a Pé_4 Patas” ou qualquer outro evento, é oferecido aos cães um item essencial para que eles sejam animais equilibrados: o exercício. Segundo César Millan (“O Encantador de Cães”), essa é a primeira parte da fórmula da felicidade de um cão – e é algo que não pode ser esquecido. É da natureza dele migrar com a matilha. Os cães não gostam das caminhadas apenas para terem uma chance de fazer xixi e cocô. Cada célula do corpo do seu cão clama por um passeio, por respirar ar puro e por liberdade. Na natureza, os cães passam até doze horas caminhando à procura de comida. Os lobos – seus ancestrais – são conhecidos por caminharem centenas de quilômetros e por caçarem durante cerca de dez horas em seu habitat. Eu mesma, fico muito frustrada quando minha dona não pode me levar ao parque e damos somente umas voltinhas lá na quadra…..eu gosto é de correr, sem sentir que a guia está limitando o meu espaço.

Os cães naturalmente têm níveis de energia diferentes, e alguns precisam caminhar com mais frequência que outros. Algumas raças têm genes que as fazem andar a uma distância maior, ou de modo mais rápido. Mas todos os cães caminham. Todos os animais viajam. Os peixes precisam nadar, os pássaros precisam voar…e os cães precisam caminhar. Andar com o seu cão é essencial. E nós respeitamos todos os limites, fazendo com que nossas atividades sejam adequadas para todos o níveis de energia…caninos e humanos. Tanto que temos participantes desde Yorkshire a Dogue Alemão….de crianças a avôs e avós.

Mas é importante destacar a responsabilidade de cada dono, durante todo o convívio com o seu animal em quaisquer circunstâncias:
- Você, enquanto dono e líder, deve se manter alerta e conhecer a linguagem corporal do seu cão e chamar a atenção dele sempre que perceber que ele terá alguma atitude reprovável;
- Não alimente o comportamento dominante, amedrontado, assustado ou agressivo confortando-o ou acariciando-o. Não permita que ele se esconda entre suas pernas, com medo. Ou mesmo que ataque outro animal;
- Sempre limpe a sujeira que ele fizer e nunca o deixe sem supervisão entre outros cães.

Então, se você ainda não participou das nossas aventuras ou já participou e quer repetir a dose, relaxe, divirta-se, seja o líder do seu cão e o resto pode deixar conosco….

Fonte: “ O Encantador de Cães: compreenda o melhor amigo do homem”, Cesar Millan com Melissa Jo Peltier, Verus Editora
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Exercício= vida saudável

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

SE O PRIMEIRO FOI BOM…


Apagando a velinha
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…o segundo foi melhor ainda!!! Há exatamente 1 ano atrás, cá estava eu, fazendo reflexões sobre como havia sido o meu primeiro aninho de vida. Os cães vivem bem menos do que os humanos e acho que por isso nossos anos são tão intensos. Quanta coisa eu já fiz, quanta coisa já aprendi, quanta coisa já aprontei, quanto já errei, quanto já conquistei….em apenas dois aninhos de vida.
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Um filhote muito amado
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Pois bem. Nasci a 02.01.2007, numa ninhada de 12 “bolinhas felpudas”!! Meus pais eram enormes e lindos…Dá para perceber né?

Conheci meus donos com apenas 25 dias de vida. Foi amor quase a primeira vista (tive que dar uns trancos nos meus irmãozinhos para me fazer perceber…rsss). Fui para o meu novo lar com aproximadamente 3 meses de idade. Recebida com todo carinho, cuidados e preparação. Daí em diante, foram muitas descobertas.
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Amizades preciosas (ainda faltam algumas)
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Descobri como aliviar a coceira dos meus dentinhos (o meu dono não gostou muito da minha solução: morder ele…rsss); Não foi muito difícil descobrir onde era permitido fazer xixi e cocô, pois a minha dona não dava trégua; Logo descobri quais os objetos da casa que não faziam parte dos meus brinquedos – eles tinham gosto ruim por conta de um produto “educador”; Descobri que também poderia me expressar através da minha voz – e continuo me expressando mas acho que a minha dona já não acha tão engraçadinho pois meu latido agora é alto e grosso; Ainda me lembro dos primeiros passos que não quis dar durante o meu primeiro passeio assim que completei as vacinas – empaquei e não queria andar de jeito nenhum!; Ah, lembro dos primeiros amigo, das primeiras fuçadas de reconhecimento, da primeira amiguinha especial - a saudosa Ginger – e depois dela vieram muitas outras; Descobri que após sentar, deitar e dar a pata sempre vem algo gostoso (ou quase sempre); Sou castrada, por isso nunca vou poder dizer algo sobre a maternidade e, como não há o objetivo da procriação, nenhum “malandro” se mete a besta comigo – bem, não se metia, né Bigode?? Rsss
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Não vim ao mundo a passeio, mas sim para passear
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Lembro da primeira viagem – Praia de Maresias. Adorei cavar na areia mas não quis saber do mar. Depois dessa, viriam muitas outras viagens. E quem diria que eu viraria uma “viajante de 4 patas”, uma “aventureira peluda” louca por água – desde os tranquilos laguinhos às corredeiras dos rios, o importante é nadar! -, a “consultora de viagens caninas” do Portal Turismo 4 Patas; Quem diria que eu estaria a frente de um Blog ( e um Blog popular, graças a você!).
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Seis meses em Porto Alegre me fizeram “quase uma gaúcha”…novos amiguinhos, novas experiências, novos lugares……explorei trilhas nos parques de Canela; passeei pela decoração natalina de Gramado; voltei para São Paulo, com direito a parada numa fazenda em Santa Catarina; iniciei as aventuras do Portal e aí não parei mais!!! Floating, Brotas (SP), trilhas, Santa Isabel, workshop, Juquitiba (SP), Rafting, Serra da Mantiqueira (MG), rally a pé, Amparo (SP)….arrumar a mochila e colocar as patinhas na estrada é comigo mesma!!
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Profissão: Consultora de Viagens Caninas
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Ciumenta, rebelde, geniosa, temperamental….Mas também doce, amiga, leal, carinhosa, dengosa, linda….esperta, veloz, inteligente, forte, resistente….apaixonada, divertida, alegre, expressiva….Tá pensando que vou parar por aqui??!!

Isso tudo resume somente os dois primeiros aninhos. Se Deus quiser, e você me aguentar, ainda terei uma longa vida de aventuras pela frente. E todas serão devidamente relatadas aqui…como você gosta.



quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Feliz 2009!!!


Se eu fosse um humano, e tivesse que resumir meus desejos de fim de ano para você, eles seriam: amor, saúde e dinheiro... Mas isso seria pouco criativo. E, além do mais, eu não sou um humano. Sou uma peluda muito esperta e….criativa!!! (as vezes até demais…rsss)

Então, os meus desejos para 2009 são...
Massagem; cafuné; muitos beijos e lambidas; barulho de mar; mergulhos; banho de espuma, banho de cachoeira, banho de sol; água do mar, água doce, água na boca; praia deserta; preguiça; cama graaaande e macia; sonequinha depois do almoço; dormir mais um pouquinho; acordar de bom humor; passar horas vendo vídeos do Animal Planet comendo biscoitos; roer centenas de ossinhos; cavar na areia, cavar na terra, cavar na grama; passeios no parque; sair para almoçar ou jantar; bater papo; fazer novos amigos; encontrar os velhos amigos mais vezes; brincar até cansar; nadar até a exaustão; ataques de riso; trocar doces por travessuras (ou será o contrário?); viajar muito; tirar belas fotos;emoções radicais; experimentar novos desafios; fim-de-semana numa pousada na beira da praia; feriado no campo; água com bastante gelo; boa companhia; sonhar; realizar um grande sonho; pôr-do-sol; muitas surpresas (boas claro!!)............ e isso vale tanto para você – humano – quanto para o seu peludo.
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Um texto de presente.... .


COMO EMBRULHAR PRESENTES COM CÃES NA CASA
Autor desconhecido
Tradução: Silvia Düssel Schiros


  1. Junte os presentes, as caixas, o papel de embrulho etc. no meio do chão na sala.

  2. Pegue a fita adesiva do filhote.

  3. Tire a tesoura da boca do cachorro mais velho.

  4. Abra a caixa.

  5. Tire o filhote da caixa.

  6. Tire a fita adesiva da boca do cachorro mais velho.

  7. Tire a tesoura do filhote.

  8. Coloque o presente na caixa.

  9. Tire o presente da boca do filhote.

  10. Coloque-o de volta na caixa depois de tirar o filhote de dentro dela.

  11. Tire a tesoura do cachorro mais velho e sente em cima dela.

  12. Tire o filhote da caixa e coloque a tampa.

  13. Tire a fita adesiva do cachorro mais velho.

  14. Desenrole o papel de embrulho.

  15. Tire o filhote DE CIMA da caixa.

  16. Corte o papel, com cuidado para não cortar o pé ou o focinho do filhote, que fica no caminho enquanto o danadinho tenta "ajudar".

  17. Deixe o filhote rasgar o resto do papel.

  18. Tire o filhote de cima da caixa.

  19. Embrulhe a caixa com o papel.

  20. Tire o filhote da caixa e o papel de embrulho da boca dele.

  21. Jogue a fita adesiva para o cachorro mais velho buscar para ele parar de roubá-la.

  22. Tire a tesoura do filhote.

  23. Pegue a fita adesiva que está com o cachorro mais velho.

  24. Cole um pedaço rapidamente no embrulho antes de tirar a tesoura do cachorro mais velho e sentar novamente em cima dela.

  25. Afaste o filhote que está tentando roubar a fita adesiva e cole outro pedaço no embrulho.

  26. Pegue o laço do cachorro mais velho.

  27. Corra atrás do filhote para pegar o rolo de papel de embrulho.

  28. Tire a tesoura do cachorro mais velho, que a pegou quando você levantou.

  29. Dê a caneta para o cachorro mais velho parar de lamber a sua cara.

  30. Tire o filhote de cima do presente e, rapidamente, coloque um pedaço de fita adesiva para prender o papel.

  31. Pegue o laço, já babado, do filhote e cole-o com fita adesiva, já que a parte autocolante já perdeu toda a cola.

  32. Tire a caneta do cachorro mais velho, coloque o nome na etiqueta e cole-a no presente enquanto o filhote tenta comer a caneta.

  33. Pegue o presente antes que o filhote o abra e guarde.

  34. Limpe a bagunça que os cães fizeram brincando de cabo-de-guerra com o que sobrou do papel de embrulho.

  35. Guarde o que sobrou do material e diga aos cães o quanto eles ajudaram.


FELIZ NATAL E QUE VENHA 2009!!!

GAROTA DE PRAIA

Em memória do Dioni
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Aceitamos o convite do Tio Renato e da Tia Nancy (amigos queridos dos meus donos) para passar o final de semana na casa deles, na praia de Cambury, litoral de São Paulo. A ocasião tinha mais um motivo especial: o primeiro encontro entre o Dionísio, o cão deles, e eu.

Há muito tempo que eles tentam achar uma oportunidade de nos apresentar. O Dioni (para os íntimos) é um lindo Bóxer, elegante e muito fofo, amigão….como todos os exemplares desta raça, cara de mau mas na verdade é um bobão (no bom sentido, claro!).


Eu e o Dioní na nossa varanda: cara de mau, mas muito bonzinho
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O Dioní não está muito acostumado a conviver e a brincar com outros cães….principalmente fêmeas. Ele não sabe muito bem como agir, o que fazer….fica afoito, um pouco animado demais….e aí, quando deu de cara com esse “loirão” aqui….coitado, perdeu o controle e escolheu o caminho mais árduo: tentou insistentemente montar em mim!!! Imaginem vocês, logo eu que não admito, de forma alguma, que nenhum cão tome essa liberdade (o único que conseguiu até hoje foi o Bigode, mas aí quem ficou uma fera foi a minha dona…ahahaaha). É intimidade demais para um primeiro encontro, não acham?? Gente, onde está o cavalheirismo, o romantismo nos machos de hoje??!! Bom, eu levei em consideração a falta de experiência dele e “aliviei a barra” do garotão. No fundo, ele não fazia por mau ou por malícia…era mesmo por não saber bem como agir. Não permiti a ousadia, claro, e o coloquei em seu devido lugar. A cada tentativa, eu revidava com altos latidos bem ao pé do ouvido dele. Coitado!! Tanto que eu gritei no ouvidinho…acho que ele terminou o dia bem atordoado e com uma baita dor de cabeça. Rsss

Então, tivemos que aprender a lidar rapidamente com a situação e com a necessidade de dividirmos amigavelmente (e nada além do “amigável”!rss) o mesmo espaço já que, naquela vila, apesar de termos feito algum sucesso durante os nossos passeios e até sermos bem-vindos em alguns restaurantes, na praia éramos explicitamente indesejados. E bota explícito nisso!! Então, enquanto nossos donos curtiam um solzinho a beira-mar, nós dois, esperávamos com uma soneca na varanda da casa.



Para bom entendedor....
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Em cada entrada da praia de Cambury, há faixas e placas (algumas enormes para o caso de algum dono de pet não enxergar direito) alertando que é terminantemente proibido o acesso de cachorros à praia. Somente os cães de rua zanzam por ali despreocupadamente – não sei se eles não sabem ler ou se fazem mesmo de desentendidos – certos eles! Mas, não vou me aprofundar nesse tópico. Até porque os peludos de rua são um problema causado pelo próprio ser humano, que muitas vezes os abandonam por ai, e é por isso que pegam doenças e acabam transmitindo.

No final da tarde, a minha tutora levou a mim e ao Dioni para vermos o mar – ainda que de longe, sem sequer tocarmos a areia, e fomos “fuzilados” por olhares que praticamente nos perguntavam se não havíamos visto os avisos…quase um “Hey, por acaso, vocês são cegos??!”. Tudo bem, respeitamos. Ou melhor, acatamos. Ainda que sejamos da opinião de que os cães também têm o direito de nadar no mar e correr na areia. Se todos forem civilizados e os donos de pets assumirem as suas responsabilidade vacinando seus animais e recolhendo os dejetos, poderíamos compartilhar numa boa do mesmo espaço.

Na minha reflexão canina, me pergunto: “Quem garante que as pessoas que frequentam as praias são totalmente saudáveis?” Os seres humanos podem transmitir doenças como micoses, resfriados, catapora, sarampo, etc. “E quanto às crianças?”. Crianças muitas vezes passam correndo e jogam areia nos demais frequentadores. Crianças vivem aos gritos e incomodam aqueles que querem relaxar ou ler tranquilamente enquanto tomam um solzinho. Crianças, fazem xixi e até cocô no mar. Crianças deixam restos de alimentos ou embalagens que poluem o mar e ficam enterradas por séculos na areia. Então, “Porque ninguém proíbe as crianças de frequentarem as praias?!”. Por favor, não me interpretem mal, não tenho absolutamente nada contra crianças. Ao contrário, tenho bastante carinho e ADORO quando elas jogam bolinhas para eu pegar. Minha tutora diz que sou super paciente (não ligo quando puxam meu rabinho ou arrancam meus pelinhos) e fico até mais doce quando estou interagindo com alguma criança. Mas é que realmente me revolta essa discriminação. Me revolta essa prepotência do ser humano em achar que é o dono do mundo, que só ele tem o direito de usufruir dos espaços.
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Praia de Cambury: Propriedade privada dos humanos
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Tá certo que levar o seu peludo à praia pode trazer complicações para a saúde do seu animal caso você não tome alguns cuidados especias. É preciso estar atento ao calor e ao sol excessivo, por causa de queimaduras ou desidratação. A areia e a água do mar também podem provocar algumas doenças de pele, ouvidos e olhos nos bichinhos. Mas, ir ou não para a praia na companhia do seu animal deve (ou deveria) ser uma opção e não uma imposição.

Gostaria que me dissessem quem é o dono das praias? As praias são abertas ao público ou será que são pedaços da natureza de propriedade privada dos humanos? Será que esses humanos – os que são a favor da proibição de animais nas praias – sabem quantas espécies habitam esse mesmo espaço? E sabem que muitas destas espécies habitam as praias antes mesmo do homem aparecer? Então, resta perguntar, quem será o invasor? Por acaso os humanos pediram aos siris, caranguejos, estrelas do mar, peixes, gaivotas e outros animais que habitam o litoral, permissão para invadir a “casa” deles?? Só falta falarem que o aquecimento global também é responsabilidade dos cachorros…

Portanto, só me resta concluir que, a praia é de todos…e os seres humanos têm que aprender a conviver em plena harmonia com todos os seres. Somos todos habitantes de um mundo em comum.

O direito de uma pessoa levar seu animal à praia está diretamente ligado à dignidade da pessoa humana, direito garantido por lei através da Constituição Federal (artigo 1º, inciso III) que, por sua vez, pode ser compatibilizado com a também previsão constitucional de um meio ambiente sadio para as presentes e futuras gerações. Para resolver todo esse impasse, bastava condicionar a estada do animal à apresentação da carteira de vacinação e ao uso da coleira e, se o caso, da focinheira. Além de cobrar dos tutores uma atitude e posse responsável.

Se um animal devidamente vacinado e bem tratado, livre de doenças e coisas dessa natureza, deve ser banido das praias, então órgãos sanitários deveriam vedar completamente a posse de animais em residências. É uma questão de bom senso. É óbvio que animais criados nessas condições, não têm aptidão para trazer doenças ao homem.

As pessoas se esquecem da ineficiência dos órgãos públicos no que se refere ao tratamento de esgotos. Esquecem que, por causa dessa ineficiência, litros e litros de imundície originada pelos “soberanos” humanos são jogados ao mar todos os dias sem nenhum ou quase nenhum tratamento o que, por certo, é muito mais prejudicial do que um animal vacinado.

E não é só, pois na grande maioria dos casos, infelizmente, os “porcos, degradadores do meio ambiente e causadores de doenças” são as próprias pessoas que parecem desconhecer o significado da expressão “lixeira”, deixando montanhas de lixo nas praias, desde fraldas a bitucas de cigarro (muito mais ofensivas que um animal). Em absoluto respeito àqueles que pensam diversamente, sinceramente, não vejo diferença entre a urina de um animal vacinado e bem tratado e a urina de uma pessoa sadia no mar (fato absolutamente aceito). Isso só constitui uma evidente hipocrisia.

Porque não optar pela educação e conscientização, em vez da proibição?

Em países civilizados como Canadá e Estados Unidos existem várias opções de praias (e outros espaços) pet friendly. Os locais são adaptados, regras são estabelecidas, multas impostas e a fiscalização é séria. E, com isso, humanos e peludos dividem amigavelmente e animadamente os espaços de lazer. É um exemplo a seguir. Aqui no Brasil, um amigo me contou que a Praia do Flamengo (Rio de Janeiro) é liberada para cães. Ele disse que até construíram uma rampa para facilitar o acesso dos animais ao mar. Nos finais de semana está sempre cheia de “surfistas de 4 patas”…rssss. Acho justo e mais democrático. Não existem as tal praias de nudismo?? Então porque não disponibilizar algumas opções de praias pet friendly no pais? O nosso litoral brasileiro é imenso e nós, os pets, merecemos. O meio ambiente é de todos, há que se colocar no lugar de simples habitantes e não de donos do pedaço. Não acha?

Eu já tinha ido à praia uma vez, em Maresias (também litoral de São Paulo) e fui igualmente hostilizada. Não de forma tão explícita – com placas e avisos – mas de forma bem perceptível. Na pousada onde ficamos, fui muito bem recebida. E no restaurante da praia, os atendentes claramente se esforçaram para diminuir o nosso desconforto. Mas os outros frequentadores não gostaram muito da minha presença ali…e olha que, na época, eu ainda era uma filhotinha. É por isso que prefiro as aventuras no campo ou na serra. Fico mais a vontade, tenho mais espaço, mais liberdade e, o mais importante, sou bem-vinda. E meus donos não se chateiam e podem curtir também o passeio.
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Ficamos com a varanda: ainda bem que tinha espaço para correr

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Valeu a ida à Cambury pois assim pude conhecer o Dioni. Não sei se ele compartilha dessa opinião, coitado. Afinal, deve ter lhe doído os ouvidos ao longo de toda a semana seguinte…ahahaha. Mas no final, estávamos bem amigos e brincado juntos. Segundo eu soube através da minha dona (que, por sua vez, soube através da Tia Nancy), na hora de voltar à cidade, o Dioni ficou a minha procura…eu já tinha partido e deixado o seu pobre coração despeçado (quem manda ser uma loira tão charmosa!!). Quem sabe na próxima vez, se ele usar uma abordagem mais sutil….

PS: O Dioni está dodói…fazendo um tratamento complicado, precisando ganhar peso e ficar mais fortinho para passar por uma cirurgia delicada. Espero que fique bom logo para nos encontrarmos novamente, viu Dionizinho?? Talvez numa praia onde sejamos bem-vindos....

PS2: Infelizmente o Dioni não resistiu. Como um bom Bóxer, valente, ele bem que tentou lutar e travou uma dura batalha durante algum tempo. Mas, a doença trouxe complicações muito severas que comprometeram bastante a sua qualidade de vida e, alguns meses depois desse nosso final de semana na praia, meu doce amiguinho faleceu....deixando saudades desse nosso primeiro e último encontro.

PS3: Agora eu também já virei estrelinha e estou junto ao amiguinho Dioni.



Pausa para explicações médica e social (meu Blog também é saúde e cultura)
Cachorros X Praia

Cuidados durante o “verão animal”


Cachorro na praia parece criança, principalmente se vive em apartamento, na cidade grande: rola, corre pela areia, cava buracos e refresca-se no mar. E quando tudo isso acontece na companhia do dono, melhor ainda!!

Levar o seu peludo à praia pode ser um programa muito divertido, para você e para ele. Mas requer uma série de cuidados. Conheça os prós e os contras de levar o seu bichinho para a beira-mar.

Em ambientes quentes e úmidos como o litoral, o pet estará exposto a uma série de doenças que podem colocar não só a saúde dele em risco, como a sua e dos demais frequentadores. O contágio de doenças acontece, sobretudo, pela areia.

A urina de ratos e de cães contaminados pode transmitir leptospirose. A bactéria que sobrevive na água e em solo úmido, atua nos rins provocando desidratação e até morte por insuficiência renal. O principal sintoma é urina de cor escura, com sangue. Isso vale tanto para animais como para humanos.

Ao cheirar ou ingerir fezes de animais doentes, o seu cão pode adquirir uma verminose: um parasita que se instala no intestino e rouba vitaminas essenciais ao bichinho.

Um verme muito comum é o Ancylostoma, mais conhecido como “bicho geográfico”. Seu apelido vem do desenho que ele forma ao se instalar sob a pele da pessoa. É muito fácil de contrair: basta uma caminhada pela areia contaminada para que a larva entre no seu pé. O parasita, em geral, permanece apenas na região superficial, causando vermelhidão, coceira e irritação da pele.

Já o Difilaria Immitis é um dos vermes mais temidos. Conhecido como o “verme do coração”, se aloja principalmente no ventrículo direito e na artéria pulmonar do animal, causando a Difilariose, doença debilitante e potencialmente fatal. O verme do coração é transmitido por um mosquito comum em cidades beira-mar. A larva se reproduz e migra até o coração podendo matar por insuficiência cardíaca. O animal contaminado apresenta tosse, cansaço e falta de ar. Previna o seu bicho do problema através do uso de repelentes e administrando medicamento específico para esta profilaxia desde filhote (sob orientação do vet).

Ectoparasitas, como pulgas e carrapatos, são abundantes em cidades de veraneio e além de desenvolver doenças de pele como dermatite alérgica, causam sérios danos à saúde do animal.

Engolir água do mar não faz mal. Entretanto, se a praia for poluída o cão pode desenvolver um quadro infeccioso e ter diarréia, vômitos e gastrite. Neste caso, o procedimento é levá-lo ao veterinário o mais rápido possível e nunca medicar o animal por conta própria. Se engolir água em excesso, o animal também pode desenvolver uma pneumonia por aspiração. Neste caso, os sintomas são: tosse, falta de apetite, língua roxa, falta de ar, respiração ofegante e dificuldade respiratória. E se ele engasgar no momento em que engoliu a água? É preciso colocá-lo de ponta cabeça e chacoalhá-lo, para desengasgar, depois seguir para a clínica mais próxima.

Por conta do calor excessivo, muitos animais tomam grande quantidade de água e voltam a brincar. Este inocente procedimento pode gerar torção gástrica. Isto porque animais de porte grande têm as caixas toráxicas largas e os órgãos cheios podem girar internamente. Normalmente esse mal obriga o animal a passar por uma cirurgia e, muitas vezes, pode ser fatal. Previna oferecendo água ao seu peludo de forma regular e em pouca quantidade.

Nós, pets, também sofremos com o sol. Não temos a mesma resistência que os humanos em relação ao calor. Nossa pele não transpira como a sua. Por isso, há o risco da desidratação, queimaduras e até câncer de pele. Especialmente os cães de pele branquinha, albinos ou não, com pouco pêlo ou manchas despigmentadas, precisam ser protegidos todos os dias e com atenção redobrada quando estiver na praia. Não devemos ser expostos ao sol forte (das 10h as 15h).

Então, é melhor munir-se de alguns acessórios. O guarda-sol é essencial para poder oferecer uma boa sombra ao seu cão. Além disso, o mercado pet oferece hoje uma série de produtos específicos, desde óculos de sol a protetor solar para pets. Protetor solar para humanos também pode ser utilizado mas é necessário consultar o veterinário para que ele (e só ele!) possa te indicar a melhor opção para o seu amiguinho. Do contrário ele pode se intoxicar ou sofrer alguma alergia. Proteção especial para as pontas das orelhas, o focinho e o saquinho (se for macho). Não esqueça da barriga e das partes do corpo com pouco pêlo.
Se mesmo assim você quiser levar o seu amigão para aproveitar o mar, tenha os seguintes cuidados:

- Verifique a legislação local certificando-se de animais são bem-vindos;

- A vacinação e vermifugação do seu animal deve estar em dia, assim não há possibilidade de transmitir ou adquirir doenças;

- Identifique o seu cão com nome e telefone na plaquinha;

- Não ultrapasse três horas de permanência;

- Leve sempre água potável (filtrada ou mineral), pois a ingestão de água salgada, além de causar diarréia, desidrata;

- Não deixe seu pet muito tempo exposto ao sol. Se possível, mantenha-o na sombra, principalmente se ele tiver pele, focinho ou pêlos claros. Evite o período das 10h as 15hs;

- Fique de olho para que o seu bichinho não coma nada fora do habitual, como restos de peixes – que podem agredir o estômago;

- Lave e seque bem o seu cão após o banho de mar pois a umidade facilita a ploriferação de bactérias, podendo causar alergias, fungos e micoses na pele ou infecção no ouvido dos bichinhos. O acumulo de sal também pode causar transtornos.

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Etiqueta do “surfista peludo”

Muitos cães apreciam passar um dia na praia. Eles amam a areia sob suas patinhas, a agitação das ondas para a frente e para trás e o todo aquele oceano chamando por eles. Parece uma bela maneira de aproveitar um dia de verão, não é mesmo?

Mas, antes de partir para a sua praia favorita levando o seu peludo a tiracolo, você tem certeza de que ele será bem-vindo? E se ele for bem-vindo, quais são as regras?

Praias, como qualquer outro espaço de uso comum e popular, podem ser um potencial campo de conflitos.

Segundo estudos feitos pelo DogFriendly.com, a razão principal para a proibição de cães nas praias é a indiferença dos donos à regra número 1: manter o cão na guia e coleira. Seguir essa regra pode evitar incidentes como uma pessoa ser atacada ou mesmo o seu cão ser importunado por outro cão e acabar gerando uma briga desnecessária. Imagine uma pessoa relaxando na areia e, de repente, vem um cão correndo desgovernado ao seu encontro ou pula sobre ela. Além de suja ou molhada, ela levará um baita susto pois não sabe se o cão é amigável ou não.

A segunda razão pela qual os cães não são bem-vindos nas praias são os resíduos deixados para trás. Nunca é demais repetir que os donos devem SEMPRE recolher os dejetos dos seus animais, na praia e em qualquer outro lugar. Traga sempre saquinhos plásticos para recolher as fezes do seu animal. Além de bem demonstrar respeito pelos outros e uma boa educação, evita-se uma possível multa.

Preste atenção as dicas que se seguem e assim, você e o seu melhor amigo, poderão continuar frequentando a praia favorita de vocês:

- Não permita que o seu cão chacoalhe próximo das pessoas para não molhá-las;

- Não o deixe se aproximar ou cheirar as pessoas (principalmente as crianças, elas podem se assustar). Respeite quem não gosta ou tem medo de animais. A menos que ele seja convidado;

- Latidos excessivos incomodam. Controle;

- Também não deixe que ele cave buracos e jogue areia nas pessoas;

- Só permita que o seu cão circule sem guia se a praia estiver vazia – praticamente deserta;

- Se a regra é manter o cão na guia, respeite-a;

- Se a raça do seu cão requer o uso da focinheira, a lei deve ser seguida;

- O seu cão deve ser bem comportado, ouvir e obedecer aos seus comandos;

- Não jogue lixo na praia. Desfrute e respeite a natureza;

- Recolha SEMPRE as fezes do seu animal!! Coloque na lixeira apropriada. Não deixe para trás, não enterre na areia e nem jogue na água do mar;

- Fuja dos horários de pico. Prefira o início da manhã ou o final da tarde. Além de ter pouca gente, o calor é menor e o sol mais fraquinho;

- Mantenha o seu animal sempre sob controle.

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Dog´s Beaches

Pode ser uma tarefa árdua encontrar uma praia onde o seu cãozinho possa permanecer. Especialmente se for próxima a área metropolitana.

Se não há nenhuma praia pet friendly na sua cidade ou estado, você pode conquistar uma. Começe por encontrar ou criar um grupo de proprietários de pets que tenham o mesmo objetivo. Organizem-se e promovam o grupo através da Internet, das clínicas veterinárias e dos pet shops da região. Uma vez organizados, elaborem um projeto oficial – bem feito, com argumentando as suas razões mas também comprometendo-se com a preservação do local e o bem-estar de terceiros (pessoas e demais cães).

Procurem as autoridades e entidades que administram o município/estado e exponham o projeto. Não custa tentar. Existem trechos de praias quase não são frequentadas. O mesmo serve para a tentativa com parques e praças. Uma vez atendido o pedido, mãos a obra. Busquem patrocínios e trabalhem para construir um belo espaço para os peludos se divertirem a vontade. Veja abaixo alguns exemplos de sucesso.

EUA

Nos Estados Unidos, as “praias para cães” são bastante populares. Uma das mais frequentadas pelos peludos é a Dog Beach, em San Diego (Califórnia).

Desde 1972, a praia tornou-se o paraíso para os cães. Localizada ao norte da Ocean Beach, a Dog Beach é uma faixa de areia onde o Rio San Diego encontra com o Oceano Pacífico, totalmente liberada para os peludos correrem livremente. Em um só dia, centenas de cães podem ser vistos correndo pela areia ou dando um mergulho no mar. É o lugar ideal para levar o “veranista de 4 patas” ou apenas observar os cães se divertirem com as ondas e a areia.



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Dog Beach, EUA: o paraíso dos veranistas peludos
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Friends of Dog Beach: população + governo = responsabilidade + conscientização = direitos iguais
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Em 1995, criou-se “Friends of Dog Beach”, um grupo de voluntários dedicados na preservação “Dog Beach” e na melhoria da qualidade da água do Rio San Diego e do Oceano Pacífico, não somente para os cães mas também para as pessoas, os pássaros e a fauna marinha. Uma vez a cada mês eles reúne-se para a o trabalho de manutenção da praia. Fazem a limpeza da areia retirando restos de lixo e conscientizando os frequentadores. Todos os anos, no terceiro sábado de Setembro, acontece o Annual California Coastal Cleanup – um mutirão de limpeza com a participação de todos.

Já na cidade de Jupiter (Florida), durante o verão de 1994 um grupo de residentes locais cria o “Friends of Jupiter Beach” com o objetivo de reivindicar o direito de frequentarem a praia na companhia dos seus cães. A prefeitura da cidade estabeleceu um período de 6 meses de experiência para ver se a idéia dava certo e se pessoas e cães seriam mesmo capazes de frequentar a Jupiter Beach em harmonia. A prefeitura patrocinou a instalação de 10 lixeiras especiais para os dejetos dos animais. E o “Friends of Jupiter Beach” comprometeu-se em realizar um mutirão de limpeza mensal para a praia. A coisa deu certo, cresceu e hoje já são 29 lixeiras distribuídas em cerca de 4 km de praia animadamente frequentada por cães sociáveis e obedientes…e donos responsáveis.

O grupo é bastante ativo e, além dos mutirões mensais, os membros fazem rondas periódicas para certificarem-se da preservação da praia e monitorarem o comportamento dos cães frequentadores. Também organizam palestras e eventos de conscientização para toda a população


BRASIL

No nosso país, como sempre, as coisas são um pouco mais complicadas. Ainda vivemos na mentalidade do “banir os cães das praias é a solução” – mais fácil, né? Como se isso fosse resolver todos os problemas de poluição dos oceanos e do meio ambiente…livrar os humanos de doenças e outras…enfim…

Praias como Maresias, Cambury e Juquehy, são consideradas os paraísos da costa sul de São Sebastião (litoral de São Paulo). Mas segundo a lei municipal, nº 1609, de 2002, o dono que for encontrado com um cão na praia pode receber uma multa de R$ 600 e, havendo reincidência ou caso decida desacatar a lei, o animal poderá ser apreendido. Em caso de resistência, a Polícia Militar pode ser acionada.

Não contente, a Prefeitura de São Sebastião, por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonozes), ainda lançou um 'mutirão' para impedir a presença de animais nas principais praias da cidade durante a temporada de verão. O pacote de medidas inclui instalação de faixas na orla orientando (?) os proprietários sobre a lei municipal que proíbe a presença de cães na areia e até a disponibilização de um telefone através do qual moradores e turistas incomodados poderão denunciar eventuais abusos cometidos por banhistas peludos!! O CCZ, inaugurado em outubro, no bairro do Jaraguá, região norte do município, também contará com uma equipe de fiscalização especializada na apreensão dos animais.

No Rio de Janeiro, a Praia do Diabo - uma pequena faixa de areia entre a Ponta do Arpoador e a Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio – era reconhecida oficialmente como uma praia pet friendly. Mas, infelizmente, em Maio de 2008, o órgão especial do Tribunal de Justiça declarou inconstitucional a lei municipal 4.276/2006, que autorizava a presença de cães nesta praia, desde que com coleiras, conduzidos por maiores de 18 anos e com a carteira de vacinação em dia. Agora, a opção dos peludos cariocas é a Praia do Flamengo. Mas não se sabe até quando….

A ONG SOS Praias Brasil é ainda mais agressiva na oposição aos freqüentadores caninos no litoral. Considera que obrigar as pessoas a compartilhar a faixa de areia com os cães é, além da questão da saúde, uma falta de respeito para com o semelhante e chega a comparar à questão do cigarro, que transforma os não-fumantes em fumantes passivos ao dividirem o mesmo espaço com os amantes do tabaco. A ONG alega: “Pagamos altos impostos ao município e nenhuma providência é tomada”, referindo-se a administração municipal de São Sebastião. Ora, mas aí esquecem que os proprietários de cães também são cidadãos contribuintes….
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Proibir animais resolve todos os problemas???
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A “campanha do contra” vai ainda mais longe e chega ao absurdo de apontar a presença de cães nas praias como um dos principais agravantes ao processo de degradação e desvalorização imobiliária do município!!!

Mas não pára por ai. Segundo os responsáveis pela ONG, esse é um problema que só se resolverá através da aplicação de multas e apreensão (!!) dos animais. E esses animais serão alojados onde?? E mantidos por quem?? Quem sabe, sacrificá-los não seria a melhor opção??? A sentença por terem colocado as patinhas na areia alheia...Façam-me o favor….

A única sugestão considerável apresentada pela organização seria a aplicação de uma pena para cada infração cometida pelo animal, além de multas previstas por lei. Cabe ressaltar que o infrator na verdade é o dono e não o animal e que, portanto, como responsável pelos atos do seu pet, deveria ser ele (o dono) a cumprir a punição. Cursos de reeducação e trabalhos sociais que envolvam limpeza e higienização de locais públicos também são válidos. Mas tudo isso seria válido se desconsiderasse a opção da apreensão do animal.

Para finalizar, donos de cães são comparados a feras que agem de forma irracional e agressiva quando repreendidos, “com absoluta prepotência como se estivessem na plenitude do seu direito” (sic)….E não??



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Você pode. E eu??


ATUALIZAÇÃO EM NOV 2019:

Movimentos brasileiros como o @vaitercachorronapraiasim conseguiram, este ano, alguns avanços e conquistas. Agora, as praias das cidades do Rio de Janeiro e de Natal já são oficialmente pet friendly. Grupos representantes seguem na batalha em cidades como São Paulo, Santos, Fortaleza, Vitória e Recife. 
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Dicas da Cléo:
Restaurante Framboesa – Doceria e Saladeria
Estrada do Camburi, nº 744 – Camburi
Tel: (12) 3865-1113

Praias Pet friendly Canadá e EUA: Dog Friendly.com